sábado, 14 de setembro de 2024

A Complexidade do Tráfico Humano

 


        O primeiro dia de reunião dos diálogos globais ,abordando o tema OSCE (2023) - Direitos humanos a complexidade do tráfico humano na Europa, iniciou-se com a análise da dimensão social do tráfico humano no mundo. Segundo a Advogada e Professora do Direito na Escola, Francianne Valéria, o tráfico de seres humanos é considerado a terceira atividade ilegal mais lucrativa do mundo e está presente em todas as regiões. Dentre elas, há relatos tráfico humano em meio a guerra entre a Ucrânia e a Rússia. O tráfico de pessoas é um dos fenômenos mais crescentes na era contemporânea, apesar dos diversos esforços e mecanismos de proibição e de proteção das vítimas. A partir disso, a Organização para Segurança e Cooperação na Europa(2023) iniciou as discussão sobre a Complexidade do Tráfico Humano na Europa.

        Durante reunião, houve a intensa participação de países como Federação Russa, Estados Unidos, Reino Unido, Espanha, Reino do Camboja, República da Turquia, Romênia, e as Organizações Internacional para Migração (OIM) e Entidade das Nações para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres), Observatório dos Direitos Humano e Comitê sobre os Direitos das Crianças das Nações Unidas. 

        Durante o debate, instalou-se uma crise, pois a Comissão Europeia do Estado de Direito, como guardiã dos tratados e defensora dos direitos humanos e do Estado de Direito na União Europeia, tomou conhecimento de uma grave escândalo envolvendo alegações de tráfico humano que implicam altos funcionários do governo da Romênia. O vazamento recente de documentos confidenciais revelou conexões alarmantes entre esses funcionários e redes de tráfico humano, um crime que contraria flagrantemente os princípios e compromissos da União Europeia.

        A Romênia, membro da Europeia e um Estado associado à organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), tem mantido um compromisso público com a luta contra o tráfico humano. No entanto, o atual escândalo lança uma sombra sobre a integridade dessas declarações, levantando sérias questões sobre a eficácia das medidas adotadas e a responsabilidade dos envolvidos.

        O envolvimento dos funcionários de alto escalão em atividades criminosas não só compromete a reputação do governo romeno, mas também ameaça a confiança pública na integridade das instituições da União Europeia e da OSCE. As consequências desse escândalo são de vasta escala, afetando a segurança e os direitos dos cidadãos europeus e exigem uma resposta coordenada e eficaz para restaurar a confiança e assegurar a justiça.

        A crise exigiu uma reforma firme e coordenada para enfrentar as alegações de tráfico humano e garantir que todos os envolvidos sejam responsabilizados.

        Reunião dos Delegados Representantes dos Países e Nações para resolução da crise Foto: Anna Clara Campos Mazala 

        As propostas do Comitê é que os responsáveis envolvidos sejam responsabilizados criminalmente, como também deve haver maiores investimentos em prol da prevenção do tráfico para: contratar investigadores, treinamento de policiais. Nessa votação, a República da Turquia, Camboja e Colômbia não endossaram as propostas ,por causa da investigação interna, alegando se que já existiu atos de corrupção antes, por isso não haverá diferença . No entanto, os outros países alegaram que a investigação seria feita pelo Observatório dos Direitos Humanos. A Romênia se pronunciou reiterando que é um estado soberano e não vai abrir mão disso, e que a investigação deve ser feita, somente, com a sua permissão. A crise, portanto, não foi solucionada.

Autores: Anna Clara Campos Mazala

Mateus Pinheiro Alvarenga de Pádua


COI (1973): REUNIÃO DO COMITÊ OLÍMPICO INTERNACIONAL

 Diante dos horrores das olimpíadas de 1972, as potências globais se uniram para prevenir novos ataques. 

        LMontreal, 1973 – Um ano após o trágico Massacre de Munique durante as Olimpíadas de 1972, o mundo volta a debater a segurança e os rumos dos próximos jogos, que serão realizados no Canadá em 1976. Em um congresso internacional realizado esta semana, delegados de várias nações se reuniram para discutir não apenas a segurança dos atletas, mas também as tensões políticas que emergiram desde o atentado, expondo profundas divisões ideológicas e estratégicas.

       O Japão abriu o debate manifestando seu apoio ao capitalismo e aos Estados Unidos, destacando a importância de se falar sobre a paz e democracia mesmo diante de nações desequilibradas. A fala foi recebida com fortes críticas, especialmente da Alemanha Oriental, que enfatizou que o foco deveria estar na preservação de vidas humanas, sem se limitar a ideologias. A Alemanha Ocidental, ainda marcada pela dor do evento em Munique, expressou profundo pesar e destacou os esforços para unir povos durante as Olimpíadas, ainda que suas medidas de segurança fossem questionadas.

        A delegação egípcia, apesar de ser aliada da Palestina, adotou um tom diplomático, respondendo ao Japão com o apelo por apaziguamento e solução pacífica, enquanto o comitê canadense relembrou o papel das Olimpíadas em unir as nações, lamentando o massacre e pedindo debates construtivos em prol da segurança dos atletas.

        O Comitê Olímpico Francês manifestou apoio a Israel e repudiou o terrorismo do grupo Setembro Negro, enquanto a União Soviética questionou a hipocrisia do Japão e dos Estados Unidos, apontando que, embora se discuta segurança, a soberania de vários países vem sendo derrubada globalmente. Em resposta, o Japão acusou a União Soviética de destruir várias nações, incluindo o próprio Japão, enquanto o comitê chinês criticou Israel por não cumprir com as exigências internacionais, alinhandose com o discurso soviético sobre o desrespeito ao território palestino.

        A discussão escalou quando o comitê olímpico dos Estados Unidos enfatizou que seu país é uma das maiores vítimas do terrorismo global, destacando a importância de combater essa ameaça, além de reconhecer a soberania de Israel. Por outro lado, o comitê paquistanês lamentou os eventos de Munique, mas reafirmou sua oposição às políticas israelenses.

        Enquanto isso, a Alemanha Ocidental se defendeu das críticas sobre a segurança precária em Munique, explicando que os estádios eram considerados avançados, e questionou se uma interferência mais rigorosa não teria despertado memórias do regime nazista. O Canadá, contudo, pressionou a Alemanha sobre as medidas de segurança que estão sendo tomadas para evitar um novo ataque, argumentando que as tragédias atraem a atenção da mídia e precisam de ações proativas.

O comitê olímpico de Israel esclareceu que o ataque de Munique foi uma ameaça direta ao povo judeu, visto que as vítimas eram atletas israelenses. A Alemanha Ocidental tentou suavizar sua imagem, reforçando a intenção de unir os povos e promover a igualdade, mas foi criticada pelo Canadá, que responsabilizou a nação por não proteger adequadamente os judeus, considerando seu histórico sombrio.

        À medida que o debate avançava, a União Soviética questionou por que essas medidas de segurança só estão sendo implementadas agora, sugerindo que a resposta ao terrorismo deveria ser mais contundente. A Noruega se ofereceu como mediadora neutra para as discussões, embora o comitê chinês questionasse a neutralidade norueguesa. 

 
        No final da reunião, a proposta afegã de usar forças inteligentes para identificar ameaças foi recebida com seriedade. O comitê do Kuwait também apontou a hipocrisia de Israel, acusando a nação de iniciar a Guerra dos Seis Dias em 1967. O Canadá, por sua vez, encerrou suas críticas afirmando que tanto os Estados Unidos quanto a Alemanha Ocidental estavam se distanciando do propósito original das Olimpíadas ao priorizar seus próprios interesses. 

        Com as Olimpíadas de Montreal se aproximando, o mundo aguarda ansioso para ver quais serão as medidas concretas tomadas pelos países para garantir que tragédias como as de Munique não se repitam. O clima de tensão e desconfiança entre as nações deixa claro que o esporte, apesar de ser um elo entre povos, muitas vezes carrega o peso das disputas políticas globais.

Autores: Laura Capanema da Cunha

Luiza dos Santos Martins 

AGNU(2020) - Mídia e Terrorismo - Dia 1

 

“A guerra é ruim, mas sem repórter é pior”. O gosto da guerra.

            A clareza dos fatos e sua compreensão é o pilar para uma sociedade desenvolvida e ética. Os veículos midiáticos tem como sua função a mediação de conhecimento, a veracidade dos fatos e influência, transmitindo a realidade como ela é, podendo mostrar como ela será.
        O ato de terror se concretiza diretamente por uma ação midiática, uma vez que depende da mídia para promover seus argumentos e mostrar sua indignação ao mundo, por isso quando falamos sobre ataques terrorista é imprescindível perguntarmos qual é o papel da mídia na sociedade atual e como ela dita a qualidade de vida da população.
            O primeiro tópico tratado no comitê AGNU 2020 mídia e terrorismo, questiona o papel da mídia no aumento dos ataques terrorista e qual impacto da espetacularização trazido pelos veículos midiáticos. A delegação estadunidense declara em sua posição oficial o seu total apoio a liberdade de expressão na imprensa, constatando que apesar de todos os problemas que a mídia possa vir a sofrer, sua liberdade é uma forma justa de promover a democracia e o desenvolvimento social, acredita que não é justo criar um limite para a disseminação de informações e nem o acesso a elas tendo como direito a exposição e a incitação. Em entrevista dada, o representante da delegação estadunidense afirma que “há de haver a liberdade de expressão irrestrita e total da mídia de exporem o que acontece durante os atentados terrorista podendo promover a maior visão de como combate-lo gerando até mesmo um impacto governamental, levando em consideração que a censura da mídia não é um caminho plausível”.
       Espetacularização de fatos, acontecimentos gera muita audiência, a delegação francesa se pronuncia sobre o temor que atos de terror geram na população e como mudam a dinâmica do dia a dia. A representante da BBC News defende a liberdade de imprensa, declarado não só por ela mas como representante de diversos veículos de notícias, que para a construção de uma sociedade justa e igualitária é necessário serem abordados diversos pontos de vista sobre um determinado assunto, a chamada pluralidade, uma vez que não existe verdade absoluta e o dever da comunidade em interpretar os fatos e como isso afeta seu Ser é um problema educacional o qual o estado deve cessar. Já o veículo de informação Alrabia acredita na vulnerabilidade que a sociedade vive e como o pensamento crítico gera soluções, já a Aljariza, rebate o tópico e fala sobre a importância da população se informar e fala sobre o devido cuidado que temos que ter para promover o jornalismo responsável, ético e seguro, protegendo o maior bem jurídico que é a vida. A declaração indiana formaliza que, como em qualquer âmbito da vida de um Ser Humano o equilíbrio é necessário para atingir a plenitude, logo as noticias devem estar sim de acordo com a realidade porem devem pensar em um bem maior sendo este a segurança populacional, revelando que o terrorismo não é uma questão de problema midiático e sim de segurança nacional.
        O sentido da omissão de informações gera pânico social, criação de notícias falsas, as chamadas Fake News é um desordenamento popular. A BBC trata que notícias podem ser baseadas em ideologias políticas e podem vir a sofrer modificações não verídicas em prol de um governo ou pessoa a ser beneficiada, incita que os Estados Unidos da América não buscam se responsabilizar ou entender o que levou aos ataques a ocorrerem, tirando a culpa de uma ação governamental ou falta dela, questionando-os sobre a guerra do terror ocorrida. Confrontando os argumentos trazidos pelos representantes da BBC News, os Estados Unidos da América reiteram que foi uma tentativa de protelar a liberdade de uma nação, foi uma ação necessária feito junto com diversos países para tentar cessar o terrorismo e acabar com seu renascimento.
        A delegação Inglesa apresenta a ideia de que não é só porque a mídia não expõe um ato terrorista que ele deixa de ser legítimo, e acarreta em diversas consequências para a população, pânico gera instabilidade. A representante da Coreia do Norte, afirma que é dever do estado se impor frente às notícias dadas, constatando que terroristas só querem a atenção e que as fakes News vêm de uma falta delas. Em concordância o Egito entra com argumentos complementares da intervenção estatal sem causar pânico em excesso.
        Mídias alternativas são meios de propagação porém não são meios oficiais e não passam em sua grande maioria sob um crivo de veracidade, alarmando muitas informações e contribuindo diretamente para o desenvolvimento cada vez maior da Fake News, assim alrabia mostra que estas propagações geram consequências irreversíveis, podendo perdurar por muito tempo.
        As delegações presentes atuam em um acordo de punições para a disseminação de notícias falsas.
Por: Isabella Rotondo


O debate de hoje (13/09/2024) foi principalmente centrado na primeira parte da discussão, que é o papel da mídia no aumento de ataques terroristas, entre outros tópicos menores, como a maneira de mitigar esse efeito e melhorar a situação, sendo bem interessante de observar a colocação de cada um dos delegados sobre o assunto. É um assunto de extrema relevância, considerando o mundo globalizado atual, com a internet e afins.

    Antes de mais nada, o que mais me chamou mais atenção desde o começo foram as nações França, Índia e Emirados Árabes defenderam que a mídia influencia sim, e bem fortemente no aumento do terrorismo e que deve haver alguma forma de regular o que a imprensa exibe, evitando a “espetacularização” dos atos, assim como evitar que quem os faz ganhe o que quer, ou seja: atenção. Apesar de largamente concordar com este ponto de vista, há uma discussão a se ter, pois, por mais que a mitigação de notícias que só causam pânico e criam um espetáculo da tragédia, há uma discussão para se ter sobre até que ponto essa limitação da imprensa pode ser considerada censura ou não. E digo que há uma discussão para se ter aí porque isso realmente foi discutido, com a França sendo questionada pelos delegados dos EUA e da BBC diversas vezes, esclarecendo que quer limitar apenas notícias e publicações falsas, além de limitar a propagação das ideias violentas e perigosas das organizações terroristas. Largamente, concordo com estes pontos que saíram majoritariamente da França, apesar de ter minhas críticas quanto a esta mentalidade, mas mais que isso, foi extremamente interessante a contribuição da Índia, que, apesar de ter participado pouco, defende a criação de uma punição para a divulgação de fake news e a compartilhação de ideias perigosas e negativas. Gostaria que tivesse participado mais da discussão.

        Em contrapartida, os representantes dos EUA e da BBC definiram estas ideias da França como perigosas. Para estes, principalmente os EUA, a liberdade de expressão deve ser plena e irrestrita, questionando as ideias de restrição vindas dos que a defendiam, isso junto da Coréia do Norte, que concorda com os EUA e também diz que a mídia não influencia na ocorrência de terrorismo. Apesar de ser pertinente questionar os limites que a França sugeriu impor, a liberdade irrestrita de expressão pode ser igualmente perigosa caso seja usada para espalhar ideias perigosas e violentas, e discordo completamente da Coréia, já que, é inegável que as comunicações fazem com que atentados terroristas gerem grandes discussões, muitas vezes causando um pânico enorme, muitas vezes em busca de cliques e atenção ao invés de informar – o que também foi um ponto dado pela Índia durante o debate.

        Para fins de concluir o debate pelo dia, perto do final os delegados entraram num debate sem moderação em que chegaram numa conclusão sobre combater as notícias falsas e encorajamento de pânico e ideias perigosas por parte da mídia alternativa, que, apesar de ser positiva muitas vezes, também tem o potencial de ser perigosa, principalmente na era da internet e da informação. Ainda há mais o que discutir, mas a discussão está chegando numa direção que realmente fala sobre os problemas reais da situação e espero que tudo se conclua com um bom plano de intervenção por parte dos representantes das nações.

Por: Gabriel Vieira   

Abertura da Simulação Diálogos Globais

 


                Na tarde de hoje foi realizada a cerimônia de abertura da simulação Diálogos Globais, evento que reúne estudantes de diversas unidades do Colégio Santa Maria Minas para debater temas de relevância global em um ambiente de simulação diplomática. A ocasião contou com a presença de ilustres membros do corpo docente da instituição, sendo eles:

O Diretor-Geral Religioso, Padre Márcio Ribeiro de Souza, que abriu a cerimônia destacando a importância do debate e da formação de jovens comprometidos com a justiça e a ética global.

"Acredito que é a possibilidade do crescimento a partir de diálogos, de colocar em pauta assuntos tão importantes para a realidade humana inseridas no contexto global e cada um é convidado a também apresentar sua reflexão e percepção de assuntos tão importantes e significativos para a vida . Então que seja realmente a oportunidade de crescimento dos nossos estudantes, auxiliados e apoiados também pelos estudantes da PUC Minas e pelos professores do Colégio Santa Maria Minas, então seja uma oportunidade de cada vez mais crescer nessa experiência do diálogo e assim construir uma sociedade mais justa e marcada pelo amor."

            Em seguida, os Coordenadores de Ciências Humanas, Professora Tracy Cristine de Castro Azevedo, Professor Thiago Carlos Costa, Professor Antônio Luiz Gonçalves do Nascimento e Professor Luis Hernandes Matos Leite, reforçaram a relevância de iniciativas como o Diálogos Globais para o desenvolvimento de habilidades críticas e diplomáticas dos estudantes


                O Coordenador Luis Hernandes afirmou que é por meio dos processos dialéticos que o saber se relaciona e inter-relaciona com as vivências cotidianas, sendo o evento uma oportunidade para a preparação dos estudantes para a prática de uma ecocidadania global. Os grandes temas que assolam a humanidade e clamam por uma reflexão crítica e filosófica foram trazidos à baila de uma forma lúdica e impactante, afirmou o Coordenador.
    “Vejo que um evento deste tipo é fundamental para potencializar habilidades dos alunos do Colégio Santa Maria Minas, onde os estudantes são estimulados a pesquisar, analisar, debater e produzir conhecimentos. Em paralelo os estudantes têm a possibilidade de conhecer eventos históricos e vivenciar pautas atuais e do futuro dentro dos debates das ODS da ONU e ou de questões cotidianas. Além disso, os nossos alunos experimentam o campus da PUC Minas e podem conhecer o ambiente universitário. Acredito muito no potencial de um evento como esse para construir a força das ciências humanas e sociais aplicadas no repertório dos nossos estudantes.” Prof. Thiago Costa


“O evento Diálogos Globais é a culminância de um sonho. Dessa maneira, é interessante que, muitos alunos falavam comigo: por que não existe um modelo de simulação parecido com o MiniOnu da PUC, mas só entre nós do Santa Maria.
             Portanto, isso era um sonho antigo e que conseguimos, com boa estrutura, efetuar. Acho que a importância vem, primeiro, de uma demanda de alunos que viram o potencial de oito unidades se juntarem. A partir daí, este evento ganhou força. Além disso, a própria estrutura do diálogo é essencial como um momento didático, para você aprender a debater, pesquisar e se posicionar.”  Prof. Antonio Nascimento


         “O projeto Diálogos Globais representa um sonho pedagógico realizado. O que isso quer dizer? Simples, a possibilidade  de sair das paredes  da sala de aula, do mundo conhecido (microcosmo) para a troca de ideias  com pessoas  que representam  ideologias diferentes (mesmo que hipoteticamente, por serem delegados(as) ou representações) realizando acordos em prol a uma solução  maior.
        Também  me causa o encanto do aprendizado  na prática, que tira o estudante do comodismo  para buscar soluções. O projeto, com o apoio essencial  dos estudantes  do Curso de Relações Internacionais e do  Instituto de Humanas e Sociais da PUC Minas, constrói e reconstrói  o estudante no seu conhecimento ( nas suas diversas formas - teórico e autoconhecimento) , nas suas habilidades argumentativas, de resiliência, de respeito e de solidariedade.
   Além disso, os registros, documentos, textos jornalísticos propiciam o desenvolvimento  das habilidades linguísticas.” Prof.ª Tracy Azevedo

           Além de estimular o pensamento crítico, o evento promove também o desenvolvimento de habilidades sociais e intercomunicativas. A simulação oferece um ambiente de aprendizado, estudo e formação do ser pensante, onde as capacidades de debate, argumentação e contra-argumentação são constantemente desafiadas. Cada delegado é convidado a se colocar na posição de um país, muitas vezes defendendo posicionamentos com os quais não concorda, o que favorece o desenvolvimento da empatia e a habilidade de enxergar o mundo por diferentes perspectivas.

        De acordo com a Diretora-Geral Pedagógica Juliana de Carvalho Moreira e o Coordenador de Ensino Religioso Cleber Novais:    


"Eu penso que esse evento, que a gente prepara com muito carinho, é pra ser um momento de muita interação entre os estudantes de todas as unidades do Colégio Santa Maria Minas. Uma oportunidade de pensarmos nos grandes desafios que o nosso planeta vive, propor soluções e, obviamente,  desenvolver a argumentação e os estudos, assim como criar relações, pontes, propor mudanças para que, realmente, sejamos agentes delas."


                “Diálogos Globais 2024" é uma oportunidade incrível para os estudantes do Colégio Santa Maria Minas e da PUC Minas discutirem temas importantes que impactam o mundo hoje. Nós estamos falando sobre questões como a promoção da segurança étnico-racial, o papel de novos atores nas mudanças climáticas, e o impacto da fusão nuclear na energia e na economia. Também estamos debatendo temas delicados de direitos humanos, como o tráfico de pessoas na Europa, além de relembrar o Massacre de Munique, que foi um momento trágico nas Olimpíadas e no terrorismo global. A mídia e o terrorismo também estão em pauta, já que a comunicação tem um papel importante em como as sociedades lidam com esses desafios. O evento é uma oportunidade de promover discussões críticas e buscar soluções inovadoras para os problemas que enfrentamos no mundo hoje.”

        Essa experiência única transforma a simulação em um espaço para o crescimento pessoal e intelectual, preparando os estudantes para lidar com os desafios globais de forma crítica, ética e colaborativa.

Autores: Filipe Marcos de Souza

Mateus Pinheiro Alvarenga de Pádu



quinta-feira, 12 de setembro de 2024

Locais do Evento

SIMULAÇÃO “DIÁLOGOS GLOBAIS

CSM Minas / PUC MINAS

Rua Dom José Gaspar, 500 – Coração Eucarístico – BH- MG

                                                                          (PRÉDIO 14)                                                      


SALA: 201 

AGNU (2022) Direitos Humanos: Comissão especial para a promoção da segurança étnico racial.

SALA:  202

COP27 (2022): Novos atores e mudanças climáticas.

SALA: 204 

COI (1973): O massacre de Munique.

SALA: 205

OSCE (2023) Direitos Humanos: A complexidade do tráfico humano na europa.



SALA: 207

AGNU (2042): Os impactos do desenvolvimento da fusão nuclear no cenário energético e econômico.

SALA:  208

AGNU (2020): Mídia e terrorismo.

SALA:  209

CNI: Comitê Internacional de Imprensa

SALA : 210

COORDENAÇÃO / APOIO


Acesse aqui o Mapa da Puc Minas!


Comisão Organizadora 

Checklist

  Na viagem para os Diálogos Mundiais: 


- Vá com um bloco ou caderno para anotações; 

- Leve sua garrafinha de água para se hidratar;

- Confira se o seu celular está devidamente carregado; 

- Organize seu lanche; 

- Seu notebook será muito útil para pesquisar e/ou registrar informações.




    Também não se esqueça de trazer muito ânimo, soluções para os temas em debate e todos os seus conhecimentos!

    Boa viagem a todos e todas! 


Equipe Organizadora

COI (1973): O massacre de Munique


"Em 1972, a Alemanha buscava promover paz ao sediar as “Olimpíadas da Alegria” após o fim do regime nazista. No entanto, o evento foi marcado por um trágico massacre que chocou o mundo. O ataque, liderado pelo grupo Setembro Negro, resultou na morte de 11 atletas israelenses, revelando a intensa tensão entre Palestina e Israel. Esse episódio mudou para sempre a segurança em eventos esportivos e trouxe à tona o debate sobre terrorismo e política global."

COI (1973)

COP27 (2022): Novos atores e mudanças climáticas

 

"O texto explora a relevância dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), formulados pela ONU, que tratam de questões ambientais e sociais essenciais para o futuro do planeta. O desenvolvimento sustentável é definido como aquele que atende às necessidades atuais sem comprometer as gerações futuras. A ação humana, por meio de atividades como a produção industrial e a queima de combustíveis fósseis, tem sido apontada como a principal responsável pela degradação ambiental, resultando em graves consequências como secas, aumento do nível do mar e perda de biodiversidade."

COP27 (2022)

AGNU (2020): A relação entre terrorismo e mídia atual

 

"A relação entre o terrorismo e a mídia é complexa e influente, já que vivemos em um mundo interconectado onde a exposição a atos terroristas é constante. A mídia, ao divulgar esses eventos, muitas vezes acaba amplificando os ideais dos terroristas, que buscam visibilidade para suas causas. Embora tenha o papel de informar, a mídia também pode ser tendenciosa, criando um espetáculo ao redor da violência, o que acaba contribuindo para a repetição desses atos. A cobertura midiática pode direcionar a opinião pública e até beneficiar economicamente as redes de notícia, ressaltando a necessidade de maior responsabilidade na divulgação e análise crítica por parte da população."

AGNU (2020)

OSCE (2023): A crise humanitária na Ucrânia e o aumento alarmante do tráfico humano na Europa


  

 "A guerra entre Ucrânia e Rússia, iniciada em 2022, aumentou o tráfico humano na Europa, com mulheres e crianças sendo os mais vulneráveis. Redes criminosas aproveitam a crise de refugiados para exploração sexual e laboral. A ONU alertou para a gravidade da situação, pedindo ações urgentes de proteção. Mesmo antes do conflito, o tráfico já era um problema na Europa, que agora enfrenta desafios ainda maiores. A resposta internacional é crucial para enfrentar essa crise crescente."

OSCE (2023)



terça-feira, 10 de setembro de 2024

Vestimenta


    Os delegados e  delegadas  do projeto "Diálogos Globais", poderão utilizar  trajes esportivos,  como calça  jeans e camiseta quanto trajes formais. 

    Não  poderão  usar shorts,  minissaias,  chinelos,  camisa de times, salto alto, roupas que limitem movimentação.

    Pode ser usado acessórios que tenha relação à delegação ou representação. Os acessórios típicos, desde que usadas com respeito e que se leve em consideração a noção da apropriação cultural.

    Apropriação cultural é, em linhas gerais, a adoção de elementos específicos de determinada cultura por um grupo cultural diferente e, muitas vezes, majoritário ou dominante. É necessário o respeito com a origem cultural e com a representação de símbolos culturais para que, quando transportados para outra cultura, esses não se configurem de forma negativa e não representativa, levando a uma diminuição do significado de luta que tantas vezes esses elementos representam.


Comissão Organizadora

Guia de comportamento

        Esse guia foi elaborado no intuito de sanar dúvidas gerais e estabelecer um padrão de conduta durante a Simulação “Diálogos Globais”.  Sendo assim, as diretrizes contidas neste guia de comportamento aplicam-se à todas e todos os participantes do evento, sendo esses delegados, coordenadores, voluntários, diretores assistentes, diretores e demais membros da equipe, e devem ser observadas dentro e fora dos comitês.

 

1.       POSTURA DENTRO DO COMITÊ

 

                Durante as sessões, as delegadas e os delegados devem chegar pontualmente para as sessões, respeitar os comandos da mesa diretora, esperar serem reconhecidos para pronunciar-se, defender fidedignamente a posição de seu país e agir conforme o decoro diplomático. Os participantes podem entrar e sair livremente de sua sala (Essa regra é suspensa temporariamente caso o comitê entrar em crise. Durante o período de crise, os delegados possuem um tempo determinado para resolver uma situação grave inusitada concernente ao tópico que está sendo debatido. Nesse momento, ninguém pode entrar ou sair da sala até que a crise seja solucionada, salvo quando houver orientações da Mesa Diretora.), observando, todavia, o bom senso para tal.

                Por fim, no que diz respeito aos documentos produzidos no comitê, a prática de plágio é veementemente condenada e não será admitida pela Mesa Diretora. Em caso de maiores dúvidas, a equipe organizadora está prontamente preparada para sanar possíveis questionamentos a respeito das regras de procedimento e de comportamento ao longo do evento.


1.1   É dever do participante da Simulação “Diálogos Globais”

● Estar em sintonia com o tema a ser discutido no comitê em que irá participar, bem como com a política externa do país representado;

●Estar familiarizado com as normas de procedimento da simulação;

● Respeitar a Mesa Diretora;

● Respeitar as orientações da Equipe Organizadora, lembrando-se que os voluntários também fazem parte dela;

● Respeitar outros delegados tanto nas discussões do tema quanto na convivência informal fora das atividades do comitê;

● Cumprir horários de sessões e atividades extras, informando a equipe organizadora quando houver empecilhos para o cumprimento das mesmas;

 ● Evitar ausentar-se durante as sessões do comitê para que não ocorra a interrupção ou interferência no andamento da sessão estando sujeito ao não recebimento do certificado por ausência excessiva;

● Evitar entrar em contato com outros delegados de outros comitês durante o andamento da sessão. Em caso de necessidade, informe-se com a equipe organizadora.

 ● Evitar conversas perto das salas dos comitês, visando o bem estar geral e o bom andamento das negociações;

 ● Fazer o uso de telefones celulares, tablets e computadores com moderação, respeitando as orientações e instruções da Mesa Diretora;

  Zelar pelo patrimônio do local onde o evento é realizado;

● Evitar gerar qualquer tipo de constrangimento a qualquer integrante da Simulação “Diálogos Globais”;

●Reportar qualquer reclamação diretamente ao chefe de delegação e/ou ao Professor Responsável, de forma que ele possa interceder perante a equipe organizadora;

 

                1.2 Não é permitido aos integrantes


● Exercer atividades ilegais e/ou fraudulentas;

● Recusar-se a prestar contas, relatórios ou explicações solicitadas;

● Manter relacionamentos afetivos de forma a interferir no andamento das sessões dos Comitês e/ou na organização do evento;

●Fazer o uso do academicismo para oprimir outrem;

● Afastar-se das atividades acadêmicas e/ou administrativas e profissionais sem razão fundamentada, mesmo que seja temporariamente;

● Sair do espaço utilizado pelo evento sem autorização.

  

Comissão Organizadora

domingo, 8 de setembro de 2024

Preparação para a Cobertura do Diálogos Globais: Orientações para os Repórteres do CINI - Comitê Internacional de Imprensa

        No mundo das simulações, a função da equipe de imprensa é fundamental para garantir que as discussões realizadas em cada comitê sejam corretamente documentadas, analisadas e publicadas. Para alcançar essa meta, é imprescindível que cada repórter esteja bem preparado e informado sobre os temas que serão abordados durante o evento, então aqui vão algumas dicas para vocês!


Conheça os Comitês que Você Irá Cobrir

O primeiro passo essencial para uma cobertura jornalística eficiente é conhecer profundamente o comitê que você irá acompanhar e o papel das delegações dentro do comitê. Abaixo estão os comitês que compõem a simulação deste ano:


Cada um dos comitês trata de questões complexas e de extrema relevância no cenário global, tanto histórico quanto atual. Portanto, é crucial que você, como repórter, se aprofunde no tema do comitê que irá cobrir. Leia materiais de referência - como o guia de estudo do comitê e as referências utilizadas para a redação dele-, compreenda o histórico dos debates caso o tema seja recorrente e familiarize-se com as principais delegações envolvidas.


Identifique Tópicos Relevantes para o Debate


Após realizar uma pesquisa detalhada sobre o comitê, o próximo passo é identificar notícias recentes ou tópicos relevantes que possam impactar os debates - lembrem-se de observar a data do comitê que estão responsáveis, (não adianta pesquisar sobre alguma data após 1973 caso sua cobertura seja o COI (1973) - O massacre de Munique). Essas informações serão essenciais para contextualizar os eventos e fornecer uma análise crítica e atualizada, enriquecendo o conteúdo que será produzido.

Outrossim, ao cobrir o comitê da COP27, pode ser interessante investigar como novos atores internacionais, como empresas de tecnologia ou organizações não-governamentais, estão influenciando as políticas climáticas e quem está sendo mais afetado. Da mesma forma, no comitê da AGNU de 2042, explore como o desenvolvimento da fusão nuclear está moldando a economia global e as dinâmicas de poder entre as nações.


1º Trabalho como Repórter: Elabore um Texto sobre o Comitê que irá Cobrir!

Com base na pesquisa e nas notícias selecionadas, chegou a hora de produzir o texto que será publicado. É importante lembrar que a primeira postagem deve ser não apenas informativa, mas também acessível e útil para os delegados dos comitês que irão cobrir.

Os textos podem assumir diferentes formatos, como artigos de opinião, notícias ou reportagens, mas todos devem seguir a norma culta e manter um tom formal. Além disso, se o texto incluir imagens, é essencial citar a fonte na legenda, incluindo o nome do autor e o link para a origem da imagem. Além disso, caso queiram utilizar hiperlinks em suas publicações para sugerir artigos que os delegados possam ler, será mais do que bem vindo!


Prazo para Submissão do Texto

Lembre-se de que o prazo final para o envio do texto é terça-feira, 10 de setembro de 2024. A pontualidade é crucial para que possamos revisar, editar e publicar os textos em tempo hábil.


Dúvidas e Comunicação

Caso tenha alguma dúvida ou precise de assistência, não hesite em utilizar o grupo de WhatsApp da equipe de imprensa. A comunicação clara e ágil entre todos nós será fundamental para o sucesso da nossa cobertura.


Sendo assim, senhoras e senhores repórteres, lembrem-se que a qualidade da cobertura que faremos durante a simulação do Diálogos Globais depende diretamente do esforço e dedicação de cada um de vocês. Portanto, preparem-se bem, pesquisem com profundidade e escrevam com clareza. Juntos, iremos garantir que as discussões e decisões tomadas pelos comitês durante o evento sejam devidamente registradas, analisadas e publicadas!

***
Autores: Filipe Marcos de Souza
Letícia Ramos Júlio Wardi Batista

sábado, 7 de setembro de 2024

Programação

SIMULAÇÃO “DIÁLOGOS GLOBAIS” - CSM Minas / PUC MINAS

Rua Dom José Gaspar, 500 – Coração Eucarístico – BH- MG

1º Dia: 13/09/2024

 

13h50 – 14h15: Chegada ao local do Evento                                  

14h15 – 14h30: Abertura do Evento nos comitês

14h30 – 15h: Workshops

15h – 15h30: Revisão de Regras

15h30 – 15h45: Intervalo

15h45 -17h30: Simulação


2º Dia: 14/09/2024


7h - 7h10:
 Chegada aos comitês

7h10 – 9h: Simulação

9h – 9h20: Intervalo

9h20 -10h40: Simulação

10h40 - 11h: Encerramento dos Comitês

 

Equipe Organizadora

quinta-feira, 5 de setembro de 2024

A importância de uma Comunicação Não-Violenta nos comitês

Conforme uma definição prática, a Comunicação Não-Violenta pode ser definida como ações que visam gerar mais compreensão e colaboração nas relações pessoais, profissionais e até com nós mesmos. São ferramentas que podem ser extremamente úteis para vencer dificuldades impostas nas relações pessoais. Tais desafios surgem através da maneira de estabelecer a comunicação, seja pelas palavras e tons utilizados ou até mesmo pelo o que é deixado de ser dito por receio de um possível conflito.

Visando contribuir com a qualidade técnica do nosso DIÁLOGOS GLOBAIS (Simulação) - CSM Minas 2024, as alunas do Curso de Relações Internacionais da PUC MINAS, generosamente, disponibilizaram o vídeo abaixo abordando o assunto.

Bons estudos!


Comissão Organizadora

quarta-feira, 4 de setembro de 2024

Falando em público

    Sempre que se lê a expressão “falar em público”, se imagina grandes e renomadas figuras na história mundial discursando em frente a centenas de pessoas, chamando a atenção de todos e usando o poder da palavra para apresentar conhecimentos e ideias. Políticos, artistas, ativistas, atletas, CEOs, todos usam da oratória e sabem a importância do uso da palavra e de se falar em público. 

     No mundo contemporâneo, não apenas os executivos devem exercer essa habilidade, todos precisam saber se comunicar bem e ter esse contato com a oratória.

    Durante os dias de debates os participantes aprimoram sua oratória discursando nos comitês.


    Para que possam fazer isso com segurança e confiança vejam algumas dicas:

1. Escreva em tópicos os assuntos que pretende abordar em seus discursos;

2. Fique tranquilo para falar e se pronuncie quando estiver seguro. Lembre-se que este é um projeto pedagógico e somos todos estudantes em processo de formação e aprendizado;

3. Sinta-se confortável para discursar. As vezes levantar para falar pode lhe deixar nervoso, diante disso faça seu discurso no seu lugar;

4. Atente-se aos discursos dos outros delegados;

5. Assista alguns vídeos de discursos e pratique com pessoas mais próximas;

6. Transmitir confiança na hora de falar é essencial para um bom discurso, por isso é importante estudar sobre o assunto em debate.



CLIQUE AQUI
 
e assista a um víde da Ana Carolina Noronha de Oliveira Santos, aluna do Curso de Relações Internacionais da PUC MINAS, comentando a respeito do tema.

Bons estudos!

                                                                    Comissão Organizadora

SAIBA MAIS!

AGNU 2022 – Comissão Especial para a Promoção de Segurança de Segurança Étinico Racial

  A segurança étnico-racial é um tema complexo que se desenvolve em toda população mundial desde os primórdios, crescidos pelo imperialismo ...